quarta-feira, 12 de março de 2014

domingo, 20 de janeiro de 2013

É amor !

Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor. Era melhor.

quarta-feira, 28 de março de 2012

De alguma forma eu sabia que seria amor. Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.
(Caio Fernando Abreu)
Gosto de pessoas e amores inteiros. Porque não sei me dar pela metade, nem por partes. Eu transbordo.
(Clarissa Corrêa)
O que a gente gosta, a gente guarda.
Quem ama a gente, a gente cuida.
E pro resto a gente mostra a língua.
(Cássia Eller)
Você me faz sorrir demais e escutar 374 vezes a mesma música.
Eu sou uma pessoa eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida. Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece.
Eu sou uma pessoa eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida. Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece.
Você é um idiota. E mesmo assim é em você que eu penso, é de você que eu gosto, é pra você que eu volto… Sempre.
(Caio Fernando Abreu)
Vem sempre que puder, que quiser, que precisar. Vem que eu te escuto, te protejo, te cuido, te mimo, te amo.
(Caio Fernando Abreu)
Só que hoje eu queria sumir com você para um lugar onde não pegue o celular, não pegue a internet, não pegue a televisão, mas que a gente, em compensação, se pegue muito.
(Tati Bernardi)
"Penso em você... principalmente como a minha possibilidade de paz a única que pintou até agora, nesta minha vida de retinas fatigadas.E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito."


(Caio F.)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Converso muito com você, mentalmente .
  Caio F. Abreu
                            É uma coisa que me dói muito, esses seus sinlencios.
                                                           ( Caio Fernando Abreu )
Porque tenho certeza que você vai lembrar de mim, ainda que não queira.
aponta pra fé, e rema  ....
Alguém precisa cuidar de você, menina !
Caio F.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Faça um favor a si mesma, pare de querer quem não te quer!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Talvez tudo, talvez nada. Porque era cedo demais e nunca tarde.

Caio Fernando !
Eu cuido de voce. De longe, mas cuido.